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Crítica: Doutor Estranho

Por colaborador: Jurandir Vicari

A Marvel está fazendo um EXCELENTE trabalho com seus personagens menos conhecidos. Homem-Formiga e Guardiões da Galáxia já tinham mostrado a que vieram e Doutor Estranho segue o mesmo caminho.


O Scott Derrickson faz uma boa direção, afinal já está acostumado com filmes sobrenaturais, já que fez alguns filmes de terror e explora bem o lado místico, cenários bem construídos e fotografia precisa. EFEITOS ESPECIAIS de encher os olhos e extremamente PSICODÉLICOS! Se sofrer de vertigem segure-se na cadeira...kkk.... Boas cenas de ação, mas o tópico do filme e a introdução da MAGIA no Universo dos Vingadores.

Gostei da ligação do Mago Supremo com os demais heróis, mas quem é o Doutor Estranho? Stephen Strange, interpretado pelo talentosíssimo Benedict Cumberbatch é um cirurgião famoso, que está sempre buscando casos raros que colaboram com seu prestígio. Metódico e arrogante, não faz questão de se dar bem com os colegas. Após um grave acidente de carro, o Dr. Strange acaba sofrendo grande danos nas mãos, que o impedem de exercer a profissão. Ele busca todo tipo de ajuda e, desesperado, acaba em Catmandu,  Nepal, onde lhe seria oferecida uma espécie de cura espiritual. Mas o local acaba se revelando um espaço diferente, com uma Anciã e Mestres que protegem a Terra de ameaças místicas e lá ele treina sua mente e corpo vindo a adquirir poderes mágicos. O crescente desse aprendizado é muito interessante.

Foto: Divulgação

Ponto Fraco: Não achei que o longa tem um vilão de peso, entretanto temos Tilda Swinton, sempre com sua atuação impecável, até chega a rivalizar com o protagonista. Talvez seja PRESTEM ATENÇÃO: HÁ 2 cenas pós-créditos! Não vão embora antes de ver todas as letrinhas subindo e todas as luzes acesas. 

Nota: 3,5.
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