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Crítica: O Quarto dos Esquecidos

Por colaborador: Jurandir Vicari

FRACO! O que acontece quando não se tem um roteiro. Os filmes de terror são subestimados, possuem pouco investimento, mas espera-se recolher muito.  E nem todos conseguem ser uma Invocação do Mal.

Foto: Divulgação

O Quarto dos Esquecidos é um desses casos, locação linda, cenário lindo, boa fotografia, poucos efeitos especiais e o roteiro que se fixa demais nos clichês do gênero. Nos primeiros momentos o filme já mostra a que veio, ou melhor, ao que não veio. Casal chega a mansão antiga, a noite, durante uma tremenda chuva e as luzes não se acendem de forma esperada. Faltou algum clichê nesses primeiros momentos do filme? E o filme se arrasta assim até o final, tendo uma melhora sutil no seu apicê. 

Enredo: Dana e David Mel Raido formam um casal marcado por um trauma recente, o falecimento da sua filha. Eles decidem sair da cidade grande e compram um casarão abandonado numa área rural, onde vão morar junto do filho Luca, seu filho mais velho. Dana pretende usar seus conhecimentos como arquiteta para reconstruir o lugar e superar as dores passadas e assim descobre a existência de um quarto escondido, que não constava na planta. 

Nota: 1,0.
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