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MOONLIGHT: Sob a Luz do Luar

Por colaborador: Jurandir Vicari

Eu fui ver Moonlight cheio de expectativas, afinal ele foi super premiado, desde o Globo de Ouro, com o melhor Drama, até o SAG, onde ganhou na categoria Melhor Ator Coadjuvante, com a interpretação de Mahershala Ali, que eu conheci recentemente pela série Luke Cage da Netflix e está indicado ao Oscar 2017.

Foto: Divulgação

O filme é muito importante, em tempos de representatividade, afinal o protagonista é negro e gay. E seguindo as tendências do Oscar, é  um filme longo e como parece estar na moda é dividido em capítulos. 

Em primeiro vemos: Chiron, um menino triste que apanha por ser “uma bicha”, mesmo sem saber o que é isso, somado ao problema da mãe com drogas. Logo vemos sua adolescência, e os problemas se intensificam até que chega a vida adulta e finalmente as questões são melhores esclarecidas, mas não imagine que tudo se soluciona em uma passe de mágica. A diversas nuances desde as escolhas morais de todas as personagens até nas interpretações dos atores. Eu acho que só faltou uma maior vazão a essas emoções, parece que ficou tudo reprisado. Só tem uma cena onde essa emoção chega com a força de um dilúvio.

Foto: Divulgação

Me surpreendi ao ouvir Caetano Veloso cantando na trilha sonora e Janelle Monae, atuando em vez de cantando. Foi surpreendente! Não tenha preconceito e veja Moonlight, não é um filme de gueto, seja ele, negro ou gay, vale ser assistido.
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