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Resenha: Assassins Creed

Por colaborador Jurandir Vicari

Não sou um gamer maníaco, mas li que o filme "Assassin's Creed" não é fiel ao jogo. Partindo dessa primícia fui conferir.

Foto: Divulgação

Os atores Michael Fassbender, que eu só lembrava como Magneto e Marion Cotillard, suposta pivô da separação de Brad e Angelina, repetem a parceria com o diretor Justin Kurzel, após Macbeth, e são o que salva o longa. Até o excelente ator: Jeremy Irons, não convence como o vilão. 

Se você curte ação e parkour, sabe aquele esporte onde você pula praticamente tudo, talvez goste do filme. Bons efeitos especiais, boas cenas de luta e nenhum roteiro para guia-las. Assassin's Creed é cheio de “furos”, hora as personagens estão em uma cena, hora em outra sem a menor ligação. O conflito dos personagens é superficialmente explicado e ficam várias dúvidas pairando no ar.

Foto: Divulgação

O enredo se baseia no conflito entre os Templários versus Assassinos, por isso o título, buscam pela maçã, símbolo do pecado original, para eventualmente acabar com a violência no mundo, revogando o livre arbítrio. A personagem principal: Callum Lynch, descendente de assassino de 1492 que teria escondido a maçã e agora através de uma nova tecnologia recobram a memória genética e envolve até o pobre Cristóvão Colombo na confusão toda. Curti o famoso Salto de Fé, marca registrada do jogo e só!
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