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Resenha: Quatro vidas de um cachorro!

Por colaboradora: Barbara Danielli

Eis que o filme tão esperado e tão polêmico nas últimas semanas teve sua estreia oficial no Brasil no dia 26 de janeiro. Um belo filme e que promete arrancar muitas lágrimas dos apaixonados por seus cães. A trama conta história de Bailey, um cachorro apaixonado por seu dono Ethan, e como sugere o título, morre e reencarna três vezes de formas bem distintas. Mas em todas as vidas seu princípio foi o mesmo: amar seu dono sobre todas as coisas, uma missão nada difícil para o cachorrinho, mesmo sem nunca ter deixado de lembrar o seu dono favorito, o jovem Ethan.

Foto: Divulgação

A história promete muita emoção, com diversos toques de diversão, comédia, tristezas e claro, muito amor e companheirismo. Uma história envolvente que traz uma belíssima reflexão sobre amor verdadeiro: não importa o tempo, as condições, o externo, se existe amor, este pode ultrapassar muitos obstáculos!

Uma linda história, porém com uma grande polêmica por trás. Nas últimas semanas foi divulgado um vídeo dos bastidores do filme, onde um pastor alemão aparenta estar com medo de entrar em um tanque de simulador de correnteza e mesmo assim, ele é colocado dentro do tanque. Ao final do vídeo, ainda é possível ver o cachorro com a cabeça submersa e, por fim é socorrido pelos produtores.

Foto: Divulgação

Sem levantar bandeiras, mas vale pensar: este não o primeiro e nem será o primeiro cachorro ator e, diante de um set de filmagem, com muita gente, uma cena visivelmente complicada, com bastante barulho e correnteza artificial torna-se normal a sensação de medo. É claro que não se deve forçar um cão a fazer algo que ele está com medo. Não se trata de um caso de ousadia, o mesmo deve ser analisado e, se comprovado maus tratos, a lei deve sim ser cumprida e sabe-se que nos EUA as leis são bem rígidas. Mas, este vídeo tomou tanta proporção que a pré estreia do filme em Los Angeles foi boicotada. Sabe –se que muitos vídeos na internet são adulterados e é possível observar que este foi editado. É necessário análise, mas apenas cuidado para não sermos sensacionalistas em demasia!
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