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Resenha: João, o Maestro

Por colaboradora: Luci Cara

O maestro João Carlos Martins se tornou um verdadeiro pop star brasileiro. Está sempre sob holofotes e mídia, seja em programas televisivos, em eventos culturais de todo tipo, ou recebendo homenagens merecidas por seu histórico como pianista e amante da música.

Foto: Divulgação

Com roteiro de Mauro Lima e produção de Luís Carlos e Paula Barreto, João, o Maestro relata sua autobiografia em forma de filme está prestes a ser lançada em circuito comercial.

É um filme para todo público, segundo o próprio maestro, conta apenas com alguns "detalhes picantes", que não são impossíveis de se assistir mesmo sendo criança. E até as dificuldades e problemas de saúde do mesmo não têm um tom sombrio.

O destaque na interpretação fica para Davi Campolongo, que faz o pianista quando criança. Ele começou a aprender piano para o filme e com um ano de prática, já até se apresenta junto com o próprio João. 

Para quem ainda não conhece sua trajetória, vê como se tornou um virtuoso pianista, reconhecido internacionalmente, e não se deixou abater pelos problemas de saúde que lhe limitaram os movimentos das mãos.

Estudou bastante para se tornar maestro, e criou a orquestra bachiana filarmônica Sesi, que emprega músicos através de patrocínio. Além disso, é possível ter um vislumbre de sua vida pessoal.

Foto: Divulgação

Por vezes o filme pode parecer um pouco piegas, ao colocar uma pessoa extremamente bem sucedida na posição de coitadinho. Mas não é, felizmente, o tom predominante do filme. 

A música, quando a ouvimos, vem de gravações feitas pelo próprio músico. Muito agradável, a se assistir. 

João, o Maestro estreia dia 3 de agosto com Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo e Alinne Moraes no elenco. Imperdível!

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