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Entrevista Exclusiva: Banda Magnólia

Por Nicole Gomez

Se você nunca ouviu a Banda Magnólia por aí, é bem provável que ouça muito em breve! Isso porque os meninos estão provando cada vez mais que vieram para ficar, cativando cada vez mais fãs por onde passam. Nós batemos um papo com JC, o baterista da banda e aqui você vai saber tudo sobre esse novo sucesso do rock nacional!


Foto: Zanelli Caldas

Acesso Cultural: Houve um momento ou situação que despertou na banda a necessidade de passar para o público de vocês letras mais profundas?

JC: Cada vez mais nos preocupamos em construir letras que tenham algo a acrescentar no ouvinte. Despertar sentimentos, trazer alguma reflexão. Conforme a banda cresce, a preocupação com a mensagem que levaremos às pessoas passa a ser uma responsabilidade cada vez maior.

AC: Conte um pouco sobre como a Magnolia começou?

JC: A Magnólia começou com o Ricardo e o Felipe, em 2014. De lá para cá, houveram algumas mudanças de formação, até nos estabilizarmos com a chegada do Beto e do JC. O que uniu a banda foi puramente o amor pela música. Mesmo com formações instáveis e situações adversas, a produção nunca estancou, e é isso que nos moveu até hoje. 

AC: Em quais aspectos vocês enxergam que amadureceram do início da banda para cá e o que acham que precisa ser modificado?

JC: O primeiro álbum, Fragmento (2015), contou com as composições de Felipe e Ricardo. Assim como a maioria dos primeiros debuts das bandas, foi um jorro de várias influências, sem muita direção ou intenção. Já no "Magnólia" (2017), os quatro membros atuais participaram da criação de todas as músicas, e, antes de entrar em estúdio para gravar, já havíamos criado as "prés" e ensaiado exaustivamente, o que resultou em um trabalho mais conciso e coeso. Acredito que evoluímos nesse quesito: coesão e direcionamento. Aos poucos, percebemos que não precisamos colocar todas as ideias e camadas em uma música, mas sim sentir o que a canção pede e ser mais cirúrgico. Acredito que as letras, com novas contribuições dos membros, estão menos abstratas e mais profundas.

AC: Como surgiu o convite da Elektra participar da faixa Entropia?

JC: Quando criamos Entropia, pensamos que uma voz feminina seria uma adição interessante para a música, além de uma experiência nova para nós. Conhecíamos o trabalho da Elektra desde os tempos da Fake Number, e um dia estávamos conferindo os clipes de seu novo trabalho solo, e nos demos conta que a Elektra tinha o perfil e voz perfeitos para a canção. Estabelecemos contato, trocamos mensagens, marcamos alguns encontros. Foi tudo muito divertido, e a Elektra sempre nos tratou com prontidão e carinho. O resultado dessa parceria tá aí pro mundo conferir.

   

AC: Há um momento marcante na carreira de vocês?

JC: Eu diria que 2017 como um todo foi um ano muito importante para a Magnólia. Tocamos em estados que nunca estivemos antes, como MG, lançamos um CD, fizemos a parceria com a Elektra, tocamos no palco nacional da Festa do Pinhão. Foi um gás que jamais a banda teve antes, e que nos serve de combustível para alçar voos cada vez maiores.

AC: O que o público pode esperar da Magnolia em 2018?

JC: Temos engatilhados alguns materiais para divulgar nosso último álbum, como um clipe, alguns drum cams, e shows. Nesse meio tempo, não paramos de compor novas canções e planejar o semestre. Aguardem e vejam.

Foto: Zanelli Caldas
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