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Entrevista: Banda Quimbará

Por Cristian Cesar

A banda paulistana que vem embalando os centros de culturas de São Paulo e fazendo sucesso tanto na capital como no interior está em passos calmos rumo ao sucesso. O grupo possui uma forma de cantar diferente, transitam pela música hispânica e caribenha e com isso, se tornaram uma referência rara para o ritmo latino-americano aqui no Brasil.  

Foto: Divulgação

O Quimbará nasceu em 2015 e interpreta ritmos do Caribe hispânico, como bolero, cumbia, son cubano, salsa e chá-chá-chá. Já se apesentaram no Mundo Pensante, Casa de Francisca, Bourbon Street Music Club, Z Carniceria, Memorial da América Latina, Virada Cultural, Fundação Ema Klabin e Trackers, além de eventos particulares e corporativos.  

Hoje, o momento é de paz e comemoração, os meninos estão crescendo, alcançando diversos públicos. Com uma formação nos moldes dos clássicos conjuntos caribenhos, o grupo é composto por Daniel Baraúna (voz/guiro/maracas/guacharaca), Hanser Ferrer (voz/piano), Ed Woiski (voz/tres cubano/guitarra), Kiko Woiski (voz/contrabaixo), Gustavo Benedetti (sax tenor), Felipe Aires (trompete), Eduardo "Cubano" Espasande (voz/congas), Rodrigo "Papito" Bueno (timbales) e Thales Othón (voz/bongô/campana). 

Foto: Divulgação

Eles concederam entrevista para o AC no qual falam sobre os planos futuros que os acercam e as novidades que vem por aí:  

Acesso Cultural (AC): Devido aos trejeitos cubanos e hispânicos, nós (de fora), percebemos que há uma identidade marcante nas músicas e aspectos do Quimbará. De onde vem a inspiração para esse segmento musical?  

Banda Quimbará: Começou com a tentativa de nos aproximar dos países latino americanos, sobretudo musicalmente, pois percebemos que o Brasil é muito distante da América Latina como um todo, o que é uma pena, pois tem uma diversidade cultural imensa. A banda iniciou devido a isso, a essa ideia, de criar algo que atingisse todos, então queríamos misturar Salsa, Merengue, Bolero, Cumbia, musica argentina etc. Mas como vimos que ia ficar muito extenso, optamos por focar na música cubana, hispânica e colombiana para mostrar aqui no Brasil, esse estilo musical.  

AC: Qual a origem do nome Quimbará?  

BQ: Teve por inspiração uma música da Célia Cruz, que se chama Quimbara só que sem o acento. É uma canção que gostamos muito. Pesquisamos sobre seu significado e descobrimos que em Iorubá significa o ato de mexer os quadris e o corpo, tem muito a ver com o nosso estilo. 

AC:  Atualmente, o Quimbará está com a agenda um tanto movimentada. O que podemos esperar para o futuro da banda? Quais são os planos que os acercam?  

BQ: Estaremos no festival Soy latino no Memorial da América Latina que celebra as diferentes culturas latinas na capital paulista com imigrantes e tudo mais. Estamos no Rey Castro também na última quarta do mês que é um bar da cultura latine. E agora dia 18 de maio, estaremos pelo segundo ano seguido na festa Noche Latina que rola lá no Mundo Pensante no bairro do Bixiga. Além disso temos uma parceria forte com a Lepick produções que nos ajuda com a estruturação da banda. Nossos planos futuros? Estamos gerindo um trabalho autoral com plano de lançamento para o ano que vem e temos trabalhado com a ideia de turnês, queremos atingir o Brasil, a América num todo, e Europa também.  

AC: No ano de 2015, quando vocês lançaram a banda, havia um sonho em mente?   

BQ: Sinceramente, nosso sonho é tocar para o maior número de pessoas, fazer com elas nos ouçam e isso já está acontecendo, agora é só gerir e saber misturar isso com a cultura brasileira.  

Arte: Divulgação

Se você deseja conhecer o trabalho dos meninos, eles estarão neste sábado (12) na Casa de Francisca, das 12:30 às 15: 30 hs localizado na Rua Quintinho Bocaiuva, 22 - Sé.
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