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MASP faz homenagem a Emanoel Araujo

Por Cristian Cesar

No ano de celebração da cultura africana para o MASP, é dado início a uma série de mostras do artista Emanoel Araújo (Santo Amaro da Purificação, Bahia, 1940), que vai dos traços mais íntimos até os orixás.  

Foto: Divulgação

 No dia 13 de maio foi comemorado os 300 anos da abolição da escravatura aqui no Brasil, e uma das formas para comemorar esse feito foi idealizar essa exposição, que dá luz e vida à cultura africana, como as religiões e costumes que lá habitam.  As inspirações de Araujo eram baseadas no Iorubá, Nagô e é claro, a cultura baiana.  

A exposição não é organizada cronologicamente, mas sim por temas agrupados em Orixás, Navios, Mascaras e Geometrias. Levando o público a interagir diretamente com esculturas que fazem menção e tem como título Exu, Iemanjá, Oxóssi, Ogum e Xangô.  

Foto: Divulgação

O Brasil é um país profundamente marcado pela escravidão, mas também pela extraordinária presença da cultura africana tanto em vestes como em hábitos alimentares. É nesse contexto mais amplo que o MASP convida a compreender a obra de Emanoel Araujo, que se torna fundamental neste ano dedicado às histórias afro‑atlânticas. 

Além da pesquisa estética, os trabalhos do artista convidam à reflexão sobre a sociedade brasileira e seus aspectos como preconceito, injustiça e exploração. A mostra teve início no dia 6 de abril e irá se encerrar no dia 3 de junho.  


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