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Resenha: Aventura em Bagdá de Agatha Christie

Por Cristian Cesar

A obra lançada em 1951 ainda envolve a vida de jovens e adultos da atualidade. Suas características descritivas são sensacionais e é muito aclamada pela crítica. É um livro que a autora narra como ninguém, afinal, Agatha, conhecia o Iraque como ninguém.  


Capa: Divulgação

A história narra a vida de Victoria Jones uma datilografa apaixonada por sua profissão e que se mete em uma emboscada em meio à guerra fria, tudo por uma paixão avassaladora que havia tomado seu coração.  

A forma como Agatha, letra após letra, descreve o cenário dos sequestros e lutas para sobreviver é tocante a ponto de ficarem presentes na mente.  

Victoria é uma mulher de personalidade forte, decidida e um tanto teimosa. Mas apesar de tudo, é uma aventureira nata, não tem medo de nada e nem ninguém a impede de conquistar os sonhos que a moça fez durante a vida.    

Apesar de ser uma obra antiga, ainda consegue prender a atenção e atinge o prestígio de todos o públicos. Transitando muito bem entre os gêneros de suspense e romance, a trama é para aqueles que buscam entender o que de fato acontece no Oriente Médio e também as desigualdades presentes na sociedade num geral.   

Reflexões são liberadas para que o leitor se sinta íntimo na trama, e no final, a sensação e o grito de 'uau' é quase que certo. Um livro bem estruturado, bem desenhado. Mas afinal, como contestar uma obra de uma autora tão renomada como Agatha Christie foi e ainda é? Sintam-se convidados a embarcar nessa aventura em Bagdá.   

Capa: Divulgação

“Uma heroína muito humana, cuja habilidade de invenção – assim como a de sua criadora – nunca a deixa na mão.” The Times Literary Supplement  
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