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Resenha: Ponto Cego (Blindspot)

Por colaboradora Jéssica Silva

Ponto cego (Blindspot) é uma série de drama criminal da televisão americana criada por Martin Gero em 2015. É baseada em casos dentro do Estado que o FBI precisa solucionar antes que aconteça, evitando danos trágicos aos Estados Unidos. 

Foto: Divulgação

Os casos são descobertos através de enigmas tatuados no corpo de uma civil sem memória, que foi encontrada nua dentro de uma mala na Times Square em Nova York. A jogada começa devido a jovem ter uma enorme tatuagem nas costas com o nome do agente Kurt Weller (Sullivan Stapleton) que entra como foco nas investigações pra desvendar qual a ligação entre eles.

Listamos cinco motivos que vão fazer você não desgrudar os olhos da tela.

1. Uma trama envolvente que instiga a curiosidade fazendo você se tornar um agente da série;

2. Ao mesmo tempo que eles tentam desvendar os enigmas das tatuagens, buscam saber
sobre a desconhecida Jane Doe (Jamie Alexander) que está com amnésia;

3. Fora a tensão sexual que existe entre o agente Weller e a Jane Doe;

4. O FBI não entende o motivo do aparecimento da jovem, e suspeita de uma possível conspiração, mas acreditam que as tatuagens vieram para ajudar o EUA.

5. Ação misturada com mistério que hipnotiza o telespectador, quando vê já está pulando para o próximo episódio, no fim do dia já se foi meia maratona;

Você não vai querer ficar fora dessa, então corre que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no Netflix. Boa sessão e nada melhor que uma pipoca pra acompanhar. 
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