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Matheus Ueta realiza sessão de autógrafos na 25ª Bienal de São Paulo

Aos 14 anos o ator comemora o ótimo momento na carreira em sessão de autógrafos em 10 de agosto

Por Andréia Bueno

Matheus Ueta, só tem motivos para comemorar 2018. Além dos convites para participações especiais em séries de TV, reativou seu canal no Youtube, gravou, ao lado de Danilo Gentili, o longa Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro – estreia prevista para novembro – e se prepara para viver o seu terceiro protagonista no teatro em O Pequeno Príncipe, com Cia Gogó de Teatro. Mas de todos esses projetos, ser autor é o seu preferido e ele fará uma tarde de autógrafos, na Bienal do Livro de São Paulo dia 10 de agosto, quarta-feira, às 14h.

Foto: Divulgação

“Quem me conhece sabe que eu sempre gostei muito de ler, e principalmente, escrever. Eu fazia diários quando era menor que misturavam o que realmente tinha acontecido no meu dia com coisas que eu gostaria que tivessem acontecido. Boa parte da minha inspiração para o livro veio desses diários. Às vezes eu relia e, rindo muito, pensava “Nossa! Isso podia virar um livro” e virou. Os Invisíveis e O Amuleto da Serpente é bem isso, uma ficção com várias pinceladas de vida real”, conta o autor.

Matheus Ueta está na TV desde os 3 anos de idade, mas ficou conhecido após interpretar o personagem Kokimoto, em Carrossel e apresentar por 3 anos o matinal Bom Dia & Cia, na mesma emissora, cresceu, ganhou os palcos vivendo Peter Pan em uma majestosa produção musical e no final de 2017 lançou seu primeiro livro.

Ao contrário de outros autores de sua idade, o ator não quis apostar em uma biografia ou livro de fã com histórias de bastidores e fotos. Matheus que tem diversas aventuras rascunhadas, resolveu colocar uma delas no papel e se tornou personagem-autor em “Os Invisíveis e o Amuleto da Serpente”.

Ficção e realidade se confundem nesta aventura que tem vários pontos do mundo como roteiro. No livro ele é um garoto nerd que chega à adolescência com problemas para se enturmar na escola, e que com sua turma “invisível” descobre um segredo familiar do passado que os leva a viver situações eletrizantes viajando para várias partes do mundo em uma gerigonça criada por seu avô, Ueta Sam.

Foto: Divulgação

A obra trata também de algumas preocupações do autor, como incluir no início de cada capítulo introduções com suas pesquisas pessoais sobre curiosidades, lugares visitados e animais exóticos, para que os leitores possam se inteirar dos assuntos que serão abordados. Algumas dessas explicações terão conteúdo interativo e poderão ser “desbravadas” com uso de QR code.  “O pessoal da minha idade curte muito tecnologia, mas não curte muito estudar e fazer pesquisas. Além de contar essa aventura a minha ideia era mostrar que tem muita coisa legal no mundo e que descobrir essas curiosidades pode ser muito divertido”. Explica, empolgado.
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